Aurílio Nascimento
Por que a esquerda é contra a classificação de terrorista do CV e PCC
As redes sociais se encontram em verdadeira guerra nos últimos dias, e o motivo foi a classificação como organizações terrorista das duas grandes quadrilhas de narcotraficantes, o CV e o PCC, pelo governo americano.
O governo petista tentou de todas as formas evitar tal desfecho, com o Lula indo até Washington para pedir ao Presidente Trump uma espécie de clemência para tais quadrilhas, deixando de tomar uma decisão dura a qual abalaria as estruturas destes grupos criminosos, que se tornaram transnacionais, e se alastra pelo mundo como uma praga. Lula voltou de mãos vazias.
O senador Flávio Bolsonaro fez o mesmo, e voltou dos EUA com a vitória: o governo americano acaba de classificar CV e PCC como organizações terroristas. O resultado é que todas as agências de Inteligências, e forças armadas, americanas passam a trabalharem para aniquilar financeiramente os movimentos destas quadrilhas.
Mas por qual motivo a esquerda entrou em desespero, lança mão dos mais pífios argumentos, como o perigo de uma invasão norte americano no nosso país. Alguém em sã consciência acredita que um porta-aviões, carregado de fuzileiros navais, vai ancorar na baia da Guanabara e despejar milhares de soldados em bote ultrarrápidos, apoiados por helicópteros Apaches, desembarcarem na praia de São Conrado, e invadir a favela da Rocinha?
O desespero da esquerda se explica por um termo: lupemproletariado. Criado por Karl Marx e Engels o termo significa “homem trapo”, escória, o que não presta. Segundo os criadores da teoria comunista, a revolução tinha que cooptar criminosos, traficantes, ladrões de toda as espécies, para auxiliar na luta pela implantação do comunismo. Estes grupos era de vital importância para a vitória comunista. Após, eles simplesmente seriam eliminados, como ocorreu em países que implantaram pela violência ditaduras comunistas.
Se há alguma dúvida sobre isto, basta pesquisar que vai encontrar dezenas de vídeos, gravados dentro das prisões, mostrando festivas comemorações dos criminosos quando Lula foi eleito. Nas ruas nem uma única pessoa comemorando. Isto explica a ferrenha defesa da esquerda em favor de quadrilhas de narcotraficantes, que hoje dominam boa parte do território nacional, impondo o terror, expulsando famílias de suas casas, e tomando a força pequenas cidades do interior.
Triste é assistir a imprensa militante, ombro à ombro com o governo, não por ideologia, mas por interesse financeiro, criando as mais absurdas narrativas, convicta de que o povo é ignorante, e vai deglutir suas mentiras.



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