Casa Civil do Estado recua e anula nomeação de servidor acusado de desviar verba do Fundo de Saúde da PM

Menos de uma semana após ser nomeado, Orson Welles da Cruz — servidor acusado de envolvimento com um esquema de corrupção na Polícia Militar — já deixou a Casa Civil. No Diário Oficial desta quinta-feira (26), a pasta anulou uma publicação anterior que colocava o Welles no cargo de Ajudante I.
Orson Welles é alvo de uma ação civil pública por improbidade administrativa, movida pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) em 2018. Ele teria sido o responsável por operar um esquema de venda de vagas em projetos de alta visibilidade da PM, como a Operação Lei Seca e o Segurança Presente.
Além disso, o nome do servidor já tinha sido citado, em 2015, nas investigações envolvendo a “Máfia da Saúde” da PM. Na época, o esquema foi acusado de desviar mais de R$ 14 milhões dos fundos destinados à assistência médica de policiais. O desvio acontecia por meio do direcionamento de contratos fraudulentos.

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