• Rio de Janeiro, 15/05/2026
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Alvo de operação da PF sobre a Refit, desembargador do Rio foi afastado por suspeitas de ser parcial em perícia da refinaria

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Alvo de operação da PF sobre a Refit, desembargador do Rio foi afastado por suspeitas de ser parcial em perícia da refinaria

Guaraci Vianna, desembargador do Rio

Alvo da mesma operação da Polícia Federal que cumpriu buscas na casa de Cláudio Castro (PL), o desembargador do Rio Guaraci de Campos Vianna está afastado do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) desde o começo de março. A Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) determinou seu afastamento por suspeitas de parcialidade no julgamento do caso Refit — a refinaria também é o motivo de ele ser investigado pela PF nesta sexta (15).





Na época, o CNJ identificou indícios de erros deliberados em decisões proferidas por Guaraci durante o processo de recuperação judicial da refinaria. O desembargador do Rio determinou realização de uma perícia na refinaria, mas escolheu para o serviço uma empresa que era investigada por parcialidade em laudos periciais.





Além disso, o magistrado também determinou, na ocasião, o pagamento imediato de R$ 3,9 milhões em honorários periciais sem consulta prévia às partes interessadas. Por conta disso, ele foi afastado do julgamento do caso Refit e ficou impedido temporariamente de exercer a atividade, até que fossem apuradas as denúncias contra ele.





Desembargador do Rio foi alvo de mandado de busca e apreensão nesta sexta (15)





Nesta sexta (15), Guaraci voltou a ser citado em investigações envolvendo a Refit após a PF deflagrar a Operação Sem Refino. A ação investiga um esquema de fraudes fiscais e ocultação de patrimônio ligado à refinaria. Além do desembargador do Rio e do ex-governador, agentes também cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao empresário Ricardo Magro, controlador da Refit; ao ex-secretário estadual de Fazenda do Rio, Juliano Pasqual; e ao ex-procurador Renan Saad.





O inquérito corre no âmbito da “ADPF das Favelas” no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A operação resultou no bloqueio de R$ 52 bilhões em ativos financeiros dos envolvidos e no afastamento de sete agentes públicos.


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