Aurílio Nascimento
Feminicídio: A causa oculta.
Aurílio Nascimento é policial civilNos últimos anos todos os dias chegam ao nosso conhecimento assassinatos de mulheres, a maioria de forma cruel, covarde. De norte ao sul do país, e por vezes até do exterior, tais notícias trágicas nos bombardeiam, restamo-nos apenas o lamento e o desejo por justiça pelas vidas ceifadas de forma cruel, sem justificativa, se é que alguma possa existir.
Leis são criadas tentando frear a violência covarde, porém mostram-se inócuas. A festejada Lei Maria da Penha nos mostram isto. Se uma análise for feita vamos constar que nada mudou, os assassinatos de mulheres não só continuaram, como aumentaram. As feministas se esguelham em seus discursos em defesa das mulheres, sempre acompanhados de cenas teatrais, gritos, berros, pulos, como se estivessem em cerimônias religiosas da época medieval, como bruxas ditando o que é certo. Nos bastidores, porém agem com cinismo. São contra o aumento de penas para os autores dos homicídios, dos estupradores, e demais agressores de mulheres, alegando que há outras formas de punir. Acreditem se quiserem.
As feministas de esquerda, rompem suas cordas vocais quando há uma oportunidade de condenar um Feminicídio, porém, olham para o lado, quando apontamos a crueldade, a tortura sofrida pelas mulheres no Irá, mortas, presas e torturadas, por simplesmente mostrarem um pouco dos seus cabelos, não usando um lenço na cabeça como determina a famigerada e amaldiçoada teocracia que governa o país.
Todo este cinismo se soma a uma causa invisível, subjetiva, que atinge a mente de homens fracos: a desconstrução da mulher. Observem os bordões repetidos pelas feministas: Ninguém nasce mulher, se torna mulher; mulher é quem quiser ser; mulher não é mulher, é apenas um ser que gesta; ser mulher é uma escolha, independente do fator biológico.
Destituir a mulher do seu importante papel na natureza e consequentemente do eixo principal das sociedades desde os primórdios, é atacar por via adversa a família, seguindo a maldita agenda Woke, de querer mudar o mundo, adequando-o a interesses poderosos de poder, dos bilionários, que assim como todos os inimigos do Super-Homem, sem nada para fazer, resolverem brincar de deuses.
Quem vai respeitar as mulheres se eles perderam direitos básicos, simples, como ter seus próprios banheiros? Hoje qualquer marmanjo que use uma saia, pode reivindicar o uso conjunto dos banheiros antes exclusivos das mulheres, alegando que se sente mulher? Quem é que vai respeitar as mulheres, se um sujeito com 1,95 de altura, força muscular capaz de derrubar um campeão de boxe, resolve afirmar que se tornou mulher e quer participar dos mesmos esportes das mulheres? Quem vai respeitar as mulheres quando um homem biológico vai presidir a comissão de direitos das mulheres, e quem se posicionar contra corre o risco de responde um processo, pagar multa? Aceite e cale a boca. E se quiser reclamar vá ao departamento de biologia. Como afirmou a “eleita”.
Na ponta, um imbecil que não teve capacidade de sustentar um relacionamento, percebe ainda que subjetivamente, que mulher não tem valor, ele, o imbecil, incapaz, idiota, sente-se no direito de punir com violência, a rebeldia da rejeição. Quem é você par me rejeitar?
Para fechar o círculo da hedionda violência, existe uma boa parcela de mulheres cabeças ocas, que aceitam os argumentos das feministas de esquerda. Concordam que mulher não tem direito ao seu próprio banheiro, devem aceitar sim um marmanjo de 1,85 vestindo saia, usem o banheiro em conjunto, constrangendo adolescentes, idosas, só porque ele se acha mulher.
Recentemente nas prisões, começaram a surgir denúncias de prisioneiras, relatando abusos sérios, por homens que ao ingressarem no sistema prisional, se declaram mulheres trans, e assim passam a conviver em celas exclusivas de mulheres. As presas relatam que não há como se opor a força física daquelas “mulheres”. Dominam, forçam relações sexuais, agridem. Segundo uma recente pesquisa, houve um aumento de mais de 550% na auto declaração de homens como mulheres trans nos presídios. Imaginam o sujeito cumprir pena em uma cela junto trinta de mulheres? Só sheik árabe.
Lamento, mas os feminicídios não só vão continuar diariamente, para deleite da agenda Woke, sem que se percebam as verdadeiras causas.



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