Aurílio Nascimento
A feminista louca.
Nos dias atuais o que aparece nas Internet são mulheres autodeclaradas feministas com discursos ferozes, agressivos, enxergando em tudo preconceito contra as mulheres, reivindicando direitos, proteção, o fim do machismo, da dominação dos homens. Tudo isto, quando se analisa, parece mais uma questão que deveria ser resolvida pela psicologia ou psiquiatria, porém é aceita como política.
As feministas de hoje conhecem a fundo o movimento feminista? Como se originou, quais eram as verdadeiras reinvindicações? Será que com o tempo não foram cooptadas por loucas, talvez sofrendo de frigidez?
Perguntem a qualquer feminista de hoje se ela sabe quem foi Shulamith Firestone, e com absoluta certeza dirá que não. Mesmo assim, a feminista se orgulha de fazer parte do movimento, sem ao menos saber quais foram as líderes que criaram as ideias que hoje elas defendem, pelo menos superficialmente.
Shulamith Firestone foi líder da chamada segunda onda do feminismo. Nascida no Canadá viveu sua vida no EUA, e ainda jovem passou a integrar movimentos revolucionários, principalmente o do feminismo. Escreveu vários textos defendendo suas ideias, e também livros.
Do alto de sua arrogância condenava a natureza, afirmando que a gravidez e o parto eram uma aberração. A ciência deveria correr para criar laboratórios onde crianças deveriam ser produzidas, e ao nascerem entregas a grupo de pessoas que viviam sem ligações familiares. Todos seriam pais, mães.
Em um dos seus textos, defendeu veementemente relações sexuais entre adultos e crianças. Afirmou que nada havia de anormal no relacionamento sexual entre um homem de quarenta anos e uma criança de quatro anos, desde que fossem observados dois fatores: primeiro o consentimento da criança, segundo, que o homem tivesse certeza que seu órgão sexual não iria machucar a criança.
Shulamith Firestone foi entrada morta em seu apartamento em Nova York um mês após falecer. Os vizinhos chamaram a polícia após sentirem um forte odor. Logo depois surgiram notícias, dando conta de que Shulamith sofria de esquizofrenia em alto grau, ou seja, uma pessoa com sérios problemas mentais liderou o movimento feminista.



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